"" Contar histórias: Junho 2017

Gansa

Historinha da gansa


Uma gansa, que morava numa quinta, sentia-se muito infeliz com a vida que levava: sempre fechada numa cerca, sem nunca poder ver gente interessante. Um dia, tomou a decisão de fugir para um lugar distante.


Foi andando, andando, até entrar num bosque encantado. Rapidamente, fez amizade com uns esquilos e outros animaizinhos que só conhecia de nome, e assim, começou a ter uma vida muito mais despreocupada. Comia, dormia, conversava e, entretanto, cada vez engordava mais. Um belo dia passou por ela uma raposa, que reparou que a gansa estava muito gorda. Passado o primeiro momento de espanto, porque no bosque nunca vira nada igual, a raposa teve uma ideia. Aquela gansa podia ser uma bela refeição para o leão, que há meses estava doente na sua toca, e já nem tinha forças para caçar e procurar alimento. Se conseguisse levar-lhe a gansa, o rei leão poderia comer e, portanto, recuperar as forças. Depois, ficaria agradecido à raposa para todo o sempre. Isto era o que pensava a raposa, que, como todos sabem, é um animal muito astuto. Então, aproximou-se da gansa e disse-lhe com a voz mais doce que conseguiu:
“Querida gansa, não nos conhecemos, mas gostava de te contar um segredo. O leão está muito triste desde o dia em que, passando por aqui, te viu. Ele sente-se muito sozinho, mas, quando te viu, achou que podias ser a sua companheira ideal. Está encantado com a cor branca das tuas plumas, o teu porte elegante, o teu charme feminino e a tua alegria. Ouviu-te a falar com os esquilos e também queria entrar na conversa. Mas, sabes, o rei é tímido para fazer amizades e não teve coragem de te dizer nada. Gostava tanto de te levar ao seu covil para o conheceres e, quem sabe, talvez até te peça que cases com ele”
A gansa, feliz com tudo o que ouvia, concordou, sem sequer estranhar esta proposta tão surpreendente. E dirigiram-se juntos para o covil do leão onde, mesmo em frente à porta, a raposa se virou para a gansa e disse:
“Espera aqui só um bocadinho, quero preparar o leão para a tua visita. De outro modo, a emoção seria demasiado forte para ele!”
A gansa disse que sim, até porque precisava de alguns minutos a sós para pentear bem as plumas, de modo a que o leão a visse deslumbrante.
A raposa entrou na toca, aproximou-se do leão e disse:
“Trouxe-te um grande e saboroso jantar!”
O leão ficou contentíssimo com esta prenda inesperada e garantiu à raposa que sempre a protegeria, prometendo-lhe, também, um posto de conselheira do rei.
A raposa, satisfeita, saiu para ir buscar a gansa e acompanhá-la ao covil do leão. Assim que a infeliz se viu em frente ao leão, este deu um salto para lhe ferrar os dentes. Por sorte, o leão estava demasiado fraco e não conseguiu apanhar a sua vítima. A gansa, percebendo que tinha caído numa armadilha, largou a correr o mais depressa que podia. Milagrosamente, conseguiu escapar e voltar para o sítio do bosque onde antes vivia, e onde tinha tantos amigos.
O leão cada vez se sentia mais doente e, zangado com a raposa, exclamou:
“Odeio que me prometas uma coisa e depois não cumpras!”, disse ele. “Asseguraste-me um grande e saboroso jantar, e esse jantar… desapareceu!”
A raposa queria a todo o custo agradar ao leão e não perder o privilégio que este lhe havia prometido. Por isso, voltou ao lugar onde tinha encontrado a gansa e, com uma voz ainda mais enganadora, foi dizendo:
“Gansa, estou aqui da parte do leão, para te pedir desculpa. Ele estava nervoso e cansado. O que ele mais queria era que o tivesses visto em forma e, no entanto, quando chegaste viste-o fraquinho, como um trapo. Ficou aborrecido porque receou fazer má figura ao teu lado.”
A gansa ouvia tudo, cheia de curiosidade e com um pouquinho de esperança (tinha ficado muito desiludida por não ter feito amizade com o leão).
A raposa continuou:
“O leão mandou-me cá para te pedir perdão, quer que voltes para ele e começar, assim, uma linda relação de amizade, sincera e duradoura.”
A gansa acreditou no falso discurso da raposa, sem a mínima dúvida, e decidiu segui-la.
Quando entrou no covil, o leão já estava à sua espera, muito perto da entrada. A inocente gansa nem teve tempo para dizer “Bom dia”, quando o leão a apanhou para, depois, a comer duma só vez.
Tongo Bango, depois de contar esta longa história, disse assim ao tubarão:
“E agora, já percebeste? Só os burros caem duas vezes na mesma armadilha! A gansa era burrinha, eu não. Eu cá, não me pareço nada com a gansa!”
E depois, passando mesmo em frente ao nariz do tubarão, afastou-se satisfeito, por entre as árvores


Historinha A festa no Céu

A Festa no Céu




Entre os bichos da floresta, espalhou-se a notícia de que haveria uma festa no Céu. 
Porém, só foram convidados os animais que voam. 

As aves ficaram animadíssimas com a notícia, começaram a falar da festa por todos os cantos da floresta. Aproveitavam para provocar inveja nos outros animais, que não podiam voar. 

Um sapo muito malandro, que vivia no brejo,lá no meio da floresta, ficou com muita vontade de participar do evento. Resolveu que iria de qualquer jeito, e saiu espalhando para todos, que também fora convidado. 

Os animais que ouviam o sapo contar vantagem, que também havia sido convidado para a festa no céu, riam dele. 

Imaginem o sapo, pesadão, não agüentava nem correr, que diria voar até a tal festa! 
Durante muitos dias, o pobre sapinho, virou motivo de gozação de toda a floresta. 

_ Tira essa idéia da cabeça, amigo sapo. – dizia o esquilo, descendo da árvore.- Bichos como nós, que não voam, não têm chances de aparecer na Festa no Céu. 

_ Eu vou sim.- dizia o sapo muito esperançoso. - Ainda não sei como, mas irei. Não é justo fazerem uma festa dessas e excluírem a maioria dos amimais. 

Depois de muito pensar, o sapo formulou um plano. 

Horas antes da festa, procurou o urubu. Conversaram muito, e se divertiram com as piadas que o sapo contava. 

Já quase de noite, o sapo se despediu do amigo: 

_ Bom, meu caro urubu, vou indo para o meu descanso, afinal, mais tarde preciso estar bem disposto e animado para curtir a festa. 

_Você vai mesmo, amigo sapo? - perguntou o urubu, meio desconfiado. 

_ Claro, não perderia essa festa por nada. - disse o sapo já em retirada.- Até amanhã! 
Porém, em vez de sair, o sapo deu uma volta, pulou a janela da casa do urubu e vendo a viola dele em cima da cama, resolveu esconder-se dentro dela. 

Chegada a hora da festa,o urubu pegou a sua viola, amarrou-a em seu pescoço e vôou em direção ao céu.

Ao chegar ao céu, o urubu deixou sua viola num canto e foi procurar as outras aves. O sapo aproveitou para espiar e, vendo que estava sozinho, deu um pulo e saltou da viola, todo contente. 

As aves ficaram muito surpresas ao verem o sapo dançando e pulando no céu. Todos queriam saber como ele havia chegado lá, mas o sapo esquivando-se mudava de conversa e ia se divertir. 

Estava quase amanhecendo, quando o sapo resolveu que era hora de se preparar para a "carona" com o urubu. Saiu sem que ninguém percebesse, e entrou na viola do urubu, que estava encostada num cantinho do salão. 

O sol já estava surgindo, quando a festa acabou e os convidados foram voando, cada um para o seu destino. 

O urubu pegou a sua viola e vôou em direção à floresta. 

Voava tranqüilo, quando no meio do caminho sentiu algo se mexer dentro da viola. Espiou dentro do instrumento e avistou o sapo dormindo , todo encolhido, parecia uma bola. 

- Ah! Que sapo folgado! Foi assim que você foi à festa no Céu? Sem pedir, sem avisar e ainda me fez de bobo! 

E lá do alto, ele virou sua viola até que o sapo despencou direto para o chão. 
A queda foi impressionante. O sapo caiu em cima das pedras do leito de um rio, e mais impressionante ainda foi que ele não morreu. 

Nossa Senhora, viu o que aconteceu e salvou o bichinho. 

Mas nas suas costas ficou a marca da queda; uma porção de remendos. É por isso que os sapos possuem uns desenhos estranhos nas costas, é uma homenagem de Deus a este sapinho atrevido, mas de bom coração. 

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Espero que você tenha gostado dessa historinha, quero compartilhar também esse lindo vídeo falando da importância da contação de histórias, espero que goste.




Rapunzel.

Historinha da Rapunzel.








ERA UMA VEZ


ERA UMA VEZ um casal que vivia junto à casa de uma bruxa má. A mulher estava grávida e, como a bruxa tinha um lindo quintal cheio de rapôncios grandes e verdes, despertou nela a vontade de os comer. O marido bem lhe dizia que não podia ir lá buscar os rapôncios pois pertenciam à bruxa malvada. Mas um dia, a sua mulher estava com tantos desejos de comer uma sopa de rapôncios que o marido não resistiu e foi, às escondidas, até à horta da bruxa.


Com muito cuidado e sem fazer barulho, apanhou um rapôncio e levou-o à sua mulher para que esta pudesse fazer a sopa. Esta ficou tão satisfeita com a sopa que no dia seguinte pediu mais. O marido um pouco assustado, foi novamente ao quintal da bruxa mas quando estava quase a passar o muro com um grande rapôncio nas mãos, a bruxa cruel apareceu e gritou, furiosa:

“Como te atreves a entrar na minha horta e a roubar-me os meus rapôncios?!

“Peço mil desculpas”, disso o homem, tremendo “mas a minha mulher está grávida e tem muitos desejos de comer sopa de rapôncios… e os seus são tão verdes e deliciosos que ela não consegue resistir…”.

A bruxa esboçou um sorriso e disse: “A tua mulher gosta assim tanto dos meus rapôncios?

“Sim, minha senhora” respondeu o marido.

“Pois muito bem, deixo-te levar todos os que quiseres, mas em troca quando o bebê nascer terás de mo dar!”
O homem, como morria de medo da bruxa, concordou com ela e assim que pode, correu para casa para junto da sua mulher.

Uns meses mais tarde, a mulher dá à luz uma linda menina. Assim que a bruxa soube, foi logo a casa do casal para levar a bebê com ela. O casal tristemente entregou a sua filha à bruxa com a esperança de poder vê-la todos os dias, pois viviam ao lado da casa da bruxa.

A bruxa, ao ter a menina no seu colo sorriu e disse:

“Chamar-te-ei Rapunzel!” e saiu rapidamente levando a menina para sua casa.

Durante doze anos Rapunzel e bruxa viveram juntas, numa vida tranquila e sem problemas. Um dia a bruxa olhou bem para a Rapunzel e falou baixinho:

“Estás a ficar uma mocinha muito bonita, com os teus longos cabelos dourados. Terei de te esconder do mundo, pois não tarda nada aparecerá alguém para te levar de mim!”. E assim foi. Rapunzel foi levada pela bruxa para o meio de uma floresta distante e colocou-a numa torre muito alta, sem portas nem escadas, onde só se via no topo da torre uma pequena janela.

A partir daí, Rapunzel passava a maior parte dos seus dias sozinha e muito triste, e não compreendia porque é que a bruxa a tinha deixado naquela torre isolada. Os únicos amigos da menina eram os passarinhos que habitavam naquela floresta que, atraídos pela bela voz da Rapunzel, pousavam no parapeito da sua janela para a ouvir cantar.



Os anos passaram e Rapunzel transformou-se numa linda e jovem mulher cujos cabelos eram tão compridos que chegavam até ao chão que rodeava a torre. Aliás era pelos cabelos loiros e compridos da Rapunzel, penteados em tranças, que a bruxa subia todos os dias à torre para a visitar.

Uma linda manhã de primavera, Rapunzel estava à janela a cantar uma bela melodia quando um príncipe que passava por ali perto a ouviu. Admirado com tão bela voz, o jovem príncipe ficou curioso e seguiu a voz, até encontrar uma torre muito alta no meio da floresta.

“Que estranho… nunca tinha visto esta torre aqui, no meio da floresta. Tenho quase a certeza que ouvi alguém a cantar aqui dentro. Mas como é que posso entrar? Não vejo nem porta nem escada por onde subir!”.

Como já estava a ficar muito tarde, o príncipe decidiu regressar a casa. Mas como continuava muito curioso e encantado com aquela voz, decidiu voltar no dia seguinte.

Quando se aproximou da torre, viu uma estranha figura junto à torre que gritava “Rapunzel, Rapunzel, deixa cair as tuas tranças para eu poder subir!”. E logo a seguir, uma bela donzela de cabelos dourados apareceu à janela e lançou as suas tranças compridas pelas quais a bruxa subiu.

O belo príncipe, ainda espantado com o que via, pensou:

“Então é assim que se consegue subir à torre… Amanhã voltarei e tentarei a minha sorte!”.

E assim foi. De manhã muito cedo, o príncipe cavalgou até à torre e, imitando a voz da bruxa, disse: “Rapunzel, Rapunzel, deixa cair as tuas tranças para eu poder subir!”. Rapunzel ao ouvir está frase lançou imediatamente as suas compridas tranças e o príncipe rapidamente por elas subiu.

Quando Rapunzel viu o belo jovem, ficou um pouco assustada mas este sossegou-a, dizendo-lhe quem era e que tinha sido atraído pela sua bela voz. O príncipe ficou tão encantado com a Rapunzel que a partir daí, passou a visitá-la todos os dias.

Só que um dia, a bruxa apareceu mais cedo do que era costume, e viu o príncipe subir até à torre. Furiosa, jurou que se vingaria dos dois.

Assim que o príncipe foi embora, a bruxa chamou pela Rapunzel e subiu pelas suas tranças. Quando chegou lá acima, pegou numa tesoura e cortou as suas lindas e longas tranças, tirando Rapunzel da torre e abandonando-a no deserto.

“Aqui ficarás!” gritou a bruxa “onde ninguém te possa encontrar nem mesmo o teu príncipe amado!”. E continuou:

“Agora regressarei à torre para me vingar do teu querido príncipe”.

Rapunzel ficou desolada, e chorou amargamente a sua sorte e a do seu príncipe.

A bruxa regressou à torre e esperou pacientemente pelo rapaz. Quando este chamou por Rapunzel, a bruxa lançou as tranças que tinha cortado à menina e o príncipe, sem desconfiar de nada, subiu alegremente.

Qual não foi a sua surpresa quando em vez da Rapunzel, deu de caras com a bruxa. Esta, ao vê-lo, amaldiçoou-o e, empurrou-o torre abaixo. O príncipe caiu em cima de uns espinhos que, apesar de lhe terem salvo a vida, tiraram-lhe a visão.

A bruxa regressou a sua casa, muito satisfeita.

O príncipe cego, andou anos pela floresta perdido até que um dia, dando-se conta que se encontrava já fora da floresta, ouviu uma linda voz que imediatamente reconheceu!

Correndo em direção à voz, o mais rápido que pode, pois como estava cego, tropeçava em todas as pedras que se encontravam no caminho.

Rapunzel, ao vê-lo, correu na sua direção, chorando. Ao abraçá-lo, as lágrimas da Rapunzel inundaram-lhe o rosto e molharam os seus olhos cegos, que imediatamente se curaram. Finalmente estavam juntos e podiam ser felizes para sempre!



História bíblica

História bíblica com fantoches.


Vamos ver a história do cego Bartimeu


CEGO BARTIMEU

A – Vais sempre à escola dominical?
B – Claro que sim!
A – Sempre?! Sem falhar?
B – Sem falhar… só quando fico doente.
A – Ah!!!! Então o que é que sabes sobre a Bíblia?
B – Sei uma coisa que tu não sabes.
A – O que é quê sabes da Bíblia que eu não sei?
B – Sei quem foi o homem mais feio da Bíblia.
A – Não me lembro da Bíblia falar de alguém feio…
B – Eu não te disse que sabia uma coisa que tu não sabes?
A – E quem era ele? Diz lá quem era o homem mais feio da Bíblia!
B – Chamava-se Bartimeu. E está escrito no Evangelho de Marcos no capítulo 10.
A – Eu conheço essa história e a Bíblia não diz que Bartimeu era feio.
A Bíblia nem explica como ele era…
B – Ai isso é que diz!
A – Ai, não diz não!
(continuam a insistir)
A – A Bíblia só diz que Bartimeu era cego.
B – Era isso que eu queria dizer! Por ele ser cego é que não era bonito.
A – Parece impossível! E que mais sabes tu sobre Bartimeu? Sabes onde é que ele vivia?
B – Vivia na cidade das palmeiras… numa casa em cima de uma árvore.
A – É mentira.
B – Eu sei, eu sei, estava só a experimentar-te!
A – Pois, pois, só queres saber se eu sei… Muito espertinho. E já agora, sabes como se chamava a cidade das palmeiras?
B – Claro, chamava-se Jericó!
A – E também sabias que Jericó significa “ a cidade da lua”?
B – Não, não sabia porquê?
A – Porque havia um culto de adoração à lua naquela cidade.
B – Ah! Já estou a perceber! A lua aparece e eles começas a adorá-la durante toda a noite… Então e quando é que vão dormir?
A – Isso não interessa, o que interessa é que Jesus foi até lá.
B – Para adorar a lua?
A – Não palerma. Ele não ia adorar a lua. Ele criou a lua. Jesus foi lá falar das boas novas do Evangelho.
B – Ai foi?
A – Sim, e quando ia a passar, Bartimeu ouviu-o.
B – Essa parte já eu sei! E disse-lhe: “Jesus, filho de Davi, tem misericórdia de mim”.
A – Mas disseram-lhe para se calar…
B – Sim, mas ele ainda gritou mais alto “Jesus, filho de Davi, tem misericórdia de mim”.
A – E sabes o que Jesus fez?
B – Mandou que fossem buscar o homem, depois perguntou-lhe o que é que ele queria.
A – E o que é que Bartimeu respondeu?
B – Não me lembro…
A – Pensa bem… o que é que ele queria?
B – Deixa-me pensar… uma bicicleta!
A – Não palerma… uma coisa ainda melhor!
B – Ah! Já sei, melhor que uma bicicleta só uns patins em linha!
A – Estás a ficar cada vez pior! Ele disse: “Senhor, que eu veja”.
B – Ah! Pois foi! Já me lembro!
A – E Bartimeu começou a ver. Jesus fez um milagre com Bartimeu e também fez milagres em pessoas como nós.
B – Como?
A – Nos dias de hoje as pessoas podem deixar de ser cegos espirituais se entregarem a sua vida a Jesus.
B – Tens razão, mas como?
A – primeiro têm que reconhecer perante Deus que dão pecadores.
B – Certo!
A – Depois tem que pedir perdão a Deus pelos seus pecados
B – O que são pecados?
A – São todas as maldades: mentir, roubar, enganar, bater, desobedecer…
B – Pronto, pronto, já percebi…
A – E por ultimo, precisam de pedir a Jesus que os salve. Só Jesus pode salvar os pecadores porque foi Ele que morreu na cruz e pagou o castigo por todas as nossas maldades.
B – Coitadinho…
A – Ele fez isso porque nos ama muito, mas não ficou morto. Ressuscitou e está vivo no céu, ao lado de Deus o pai.
B – Como é que tu sabes tantas coisas?
A – Por uma razão muito simples. È que eu também venho à Escola Dominical todas as semanas mas não estou a rir nem a conversar durante a lição.


Gansa

Historinha da gansa Uma gansa, que morava numa quinta, sentia-se muito infeliz com a vida que levava: sempre fechada numa cerca, sem nu...